quinta-feira, 25 de maio de 2017

As 10 Melhores Remoções do Modern

As 10 Melhores Remoções do Modern segundo a opinião estúpida do Élcio.

Bom dia, meus caros amigos da Liga Arena!
Hoje quem redige (mal e porcamente) o artigo da semana é o Élcio.
“Quem diabos é Élcio…? ” - Você se pergunta, enquanto coça o ouvido e come doritos e eu te respondo, meu chapa!


Você já parou pra se perguntar o que aconteceria se o Anderson, do Molejo, e a Adryana, do Adryana e a Rapaziada, tivessem um filho? Bom, você pode apostar que esse cara sou eu! E só faltava você pra gente começar esse artigo safado, gostoso e libidinoso, do jeito que o diabo gosta, sobre o melhor e mais odiado formato de Magic: The Gathering existente: MODERN.
 Você joga Modern? Se sim, você sabe porque esse formato é tão místico. Se não, você é um cara sensato e, provavelmente, pensou um pouco antes de enfiar um rio de dinheiro num formato que a Wizards não dá a menor importância. Mas o ponto aqui é discursar sobre a ferramenta zero do Modern hoje: REMOÇÕES.

Quando se fala em Modern hoje em dia, é automático pensar em duas coisas: Death’s Shadow e... Death’s Shadow. (risos)

Tô brincando.

Mas nem tanto, porque, realmente o field do modern competitivo tem sido assolado por builds Sultai, Grixis e especialmente Jund usando essa porra desse bicho 13/13 por uma mana preta. (Nada contra, eu mesmo joguei de Jund Death’s Shadow quase esse ano inteiro e adorei a experiência, embora eu só tenha perdido, porque eu sou um jogador estúpido). Mas perceba que isso não mostra que o formato está desbalanceado ou muito penso para um deck só, pelo contrário, nós podemos ver builds de Storm surgindo e fazendo bons resultados (usando Gifts Ungiven e até, pasmem, Puresteel Paladin) e até o Control tem ganhado ferramentas interessantes para se manter relevante no formato.
Mas, Élcio, o que isso tem a ver com remoções? ” – Novamente, você me pergunta, e eu te respondo: tudo.
Umas das métricas mais versáteis do Magic é “Ele morre pra Doom Blade? ”, e serve também para o raciocínio inverso, ou seja, “Quão bem preparado seu deck está para lidar com um Death’s Shadow no turno 2? ”. E é pensando nisso que nós vamos avaliar a lista abaixo: 

As 10 Melhores Remoções do Modern segundo a opinião estúpida do Élcio.

“Ele disse o nome do filme! Ele disse o nome do filme! ”


Vamos à lista!

Não dá pra falar de remoção sem citar essa verdadeira sapiência da sagrada arte de matar bichos. A Doom Blade é como o Boba Fett, ela faz o serviço. É uma carta ótima? Não, certamente que não, pois ela não lida com Death’s Shadow, Tasigur, the Golden Fang, Gurmag Angler e Grim Flayer, e esses caras são um problema e tanto. Mas, para casos gerais, ela se consagra como a porta bandeira das remoções modernas.

9. Smother

Uma carta que trazia um anão ruivo se afogando na arte original não poderia ficar fora desta lista. Sério, fera, tem coisa mais brutal do que um anão se afogando? Cara, eu consigo imaginar uma música do Necrophagist sobre isso. Sobre a carta, hm, é forte. Ela lida com vários problemas de um formato rápido de forma bem eficaz. E ela traz um detalhe extra, que hoje é pouco relevante, mas já ganhou muito jogo: ela não pode ser regenerada. Embora a Wizards tenha abandonado um pouco esta mecânica é sempre bom garantir que aquele elfo viado foi embora. De uma vez por todas.
Eu comecei a jogar em Return to Ravnica, então, quando eu vi essa carta, eu fiquei absurdado com o power level dela. Depois de um tempo, eu percebi que uma remoção sorcery não era tãããão assustadora assim. Mas hoje, com o advento de Gideon of the Trials, é melhor ir atrás daquele seu Dreadbore que ficou perdido na pasta, porque essa carta acabou de ficar mais relevante. É um Terminate piorado? Sim e não. Terminate é instant, e tem seu lugar guardado no topo da lista. Mas ter uma carta que lida simultaneamente com planinautas e criaturas sempre é relevante. Então, fica aqui o nosso abraço para o Dreadbore.
Eu sempre achei essa carta um espetáculo, e esse artigo é sobre a opinião estúpida do Élcio, então senta e escuta. Dismember é um canhão, mano. Dismember lida com uma porrada de coisa com uma facilidade que chega a dar raiva. Mas a gente vive num mundo de Death’s Shadows e Tarmogoyfs, então os 4 pontos de vida que fariam o Dismember ser um CARTÃO DA PORRA acabam fazendo muita falta, e é melhor que eles fiquem na sua vida mesmo. Por 3 manas, a carta é ruim. Por 2 manas e dois pontos de vida, também. Então, fica aqui a lembrança de quando Dismember era o Fatal Push do formato, porque não podemos negar o potencial da carta.
Agora, se falamos de 3 manas, falamos de tirar planinauta e criatura, com um mínimo de raciocínio você já estaria esperando que essa fosse a próxima carta da lista. E Hero’s Downfall é outra daquelas que ficou um tempão na sua pasta tirando onda, mas ninguém pegava, né? Mas o mundo mudou, parça, e agora VAI TER GIDEON PRA CARALHO, SIM! Então, de novo, é sempre pertinente ter uma ou duas cópias de um negocinho pra gente brincar com planinauta na mão. Se for instant então, melhor ainda! Mas melhor que isso ainda é que se você entrar com o código #raionabirds, no site Liga Arena você ganha um descontão do Ricardão! É isso mesmo, bateu código, ganhou desconto adicional, simples! 


Porra, Terminate em 5º?! Cê tá fumando crack, Élcio?

Tô. Mas não agora. Agora eu tô ocupado, escrevendo esse artigo. Cara, Terminate é um espetáculo, eu sei. Reprint merecidíssimo em Modern Masters 3. E a carta é sensacional mesmo. 
Lida com tudo, e ponto final.
Tudo.
Cabou, pai.
Radical seu monstrão aí, mas ó: VRAU! Morto como a Disco, palhaço!
Então, porque em 5º lugar? Porque custa duas manas de cores diferentes, e extremamente restritivas, entrando somente em Junds e Grixis (como se eles precisassem de mais ferramentas, né) e em algumas builds Mardu que são um pouco mais rogue, mas também dão bastante trabalho.

Porra, mas isso aqui também custa duas manas de cores diferentes!

Eu sei, eu sei. Mas isso aqui mata mais que bicho, e é aqui que reside a fortaleza do Abrupt Decay. Essa porra joga legacy, truta. O negócio é escroto de forte.
Não feliz em quebrar permanentes, o negócio não pode ser anulado. Ou seja, ele mata seu Gideon ou a sua Liliana e deixa aquele Mana Leak na sua mão pegando poeira. A restrição de custo 3 ou menos, que também aparecia no Smother, não é lá grande restrição no modern atual, talvez exceto no match contra Bant Eldrazi e Tron. Abrupt Decay é staple do formato com razão, porque o poder de resolução dessa carta é insano.
E é claro que o mais novo queridinho do Modern não poderia estar fora do Top 3. Essa carta é o Barack Obama do Magic, meu chapa! Pretinho ousado que chegou chegando e conquistou a galera em massa. Fatal Push faz tudo que uma remoção boa tem que fazer: é leve (1 MANA, DOIDO!), é rápido (INSTANT, TIO!) e mata o que importa (CMC <5). O trigger do revolt já está mais que provado que é totalmente atingível no Modern em qualquer momento do jogo. Então, Fatal Push com certeza merece seu trono no top 3 das remoções modernas.
E do mesmo modo que a discussão se o Han Solo atirou primeiro, a discussão se Path é melhor que Push está sempre presente nas rodas de nerds que tem aquele cheiro característico de sovaco. E eu deixo o Path em segundo por uma razão, ou talvez duas. Existe hoje uma quantidade bem considerável de decks que rodam com 2 ou 3 terrenos básicos, no máximo. E sempre tem aquele nóia que joga sem nenhuma (geralmente sou eu). E contra esses matchups - que, de novo, não são esporádicos - Path to Exile é uma das melhores remoções existentes. Ela some com um bicho gordão, não rampa uma land pro cara e não deixa nem uma carta no cemitério para ajudar um futuro delve. A segunda razão, que se expressa um pouco menos, dependendo do ambiente, é que Path lida com aquela pequena parcela de criaturas de CMC > 4 que vêem algum jogo no modern competitivo. E quando eu digo pequena, é bem pequena mesmo, arrisco chutar alguns (Wurmcoil Engine, Primeval Titan, Ulamog, the Ceaseless Hunger, Tasigur, the Golden Fang, GurmagAngler, Griselbrand, Reality Smasher, Bedlam Reveler, etc). Ressalto, a lista é bem restrita, então só isso não colocaria Path a frente, mas o fato de nós, jogadores de modern, estarmos lentamente esquecendo o que é um terreno básico colabora muito para a ascensão dessa carta.

E em primeiro lugar, não precisa nem fazer essa cara, você já sabia.
E nem poderia ser outra carta. Uma carta que existe desde a raíz do jogo e ainda se mantém totalmente atual, não poderia ser menos que o campeão desse artigo. O Raio tem uma versatilidade tão insana que pode ser dito, sem exagero nenhum, como uma das melhores cartas na história do Magic. Ela mata quase tudo que o Push mataria, salvo algumas exceções, mas se não matar também.... Foda-se. Toma 3 na sua cara aí. E se encher o saco, eu faço um Snapcaster Mage e mando mais 3 ainda. Se você chegou a esse ponto do artigo, e aguentou minha baboseira toda, você sabe melhor que eu porque o Raio é, com certeza, a melhor “remoção” do modern.

Agradeço a leitura! Agradeço ao meu amigo Ricardo pela oportunidade de escrever aqui! E agradeço a todo o pessoal da loja pela convivência fantástica que eu tenho aí toda quarta-feira. Vocês são minha família, galera! Valeu memo.


E no passe, Raio em você.


























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