domingo, 19 de novembro de 2017

Clash Royale - Estratégias & Alternativas



E aí galera do Clash Royale hoje vamos falar sobre o Barril de Esqueleto, uma carta que pode nos ajudar com permanentes como Torre Infernal e Fornalha.

Vamos lá, não é de hoje que sofremos com essas cartas extremamente chatas como fornalha e Torre Infernal, talvez com Barril de Esqueleto podemos achar a solução,  onde podemos usar ela como isca e montar nosso combo pra não perder tempo com essas permanentes, como eu penso em usa-las.



Bom eu uso duas cartas com muito pontos de vida e que tendo essas permanentes (Torre Infernal e Fornalha)  atrapalham muito, minha ideia é usar o Barril de Esqueleto pra usar como isca e quando cair os Esqueletos eliminar totalmente essa torre, que é suficiente, fazendo que a Torre Infernal fique perdida em qual Esqueleto eliminar e Fornalha gastando seus dois Espírito de Fogo pra eliminar o Barril enquanto os Esqueletos termina o serviço.

É isso aí meus querido essa é uma dica que eu acho que pode ser usado independente da sua estratégia.

#LigaArena #ieis

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Tudo ou nada: Report RPTQ Rivals of Ixalan


Saudações, jogadores! Marquinho aqui novamente para escrever um pouco de baboseira para vocês. A ideia é fazer um relato de como foi minha experiência no Regional Pro Tour Qualifier que ocorreu no dia 12/11, na Devir (SP), realizado no formato Modern. Para fins de esclarecimento: um RPTQ é um torneio fechado àqueles que venceram um PPTQ na temporada, que fizeram top 8 no RPTQ da temporada passada ou para membros do Pro Tour Players Club.

Embora meu desempenho tenha culminado em um resultado muito ruim, espero que essa narrativa possa agregar de alguma maneira ao jogo de vocês, leitores da Liga Arena e aficionados pelo universo competitivo do Magic. Devo dizer que apesar de estar jogando Modern há pouco mais de um ano e de já ter participado de grandes eventos no formato – como o CLM e o Grand Prix – ainda me sinto um novato nesse universo. E talvez o artigo de hoje seja uma tentativa de acender a luzinha vermelha para aquilo que todos nós já estamos cansados de saber, mas que por algum motivo não somos mobilizados a mudar: resultados bons são acompanhados de dedicação no jogo. Se você espera ir bem em um evento de alto nível como ocorre em um RPTQ, você precisa se dedicar e treinar. Claro que você pode ser a exceção dessa regra, como o nosso pró-player João Lelis, que no melhor estilo Romário, ganha um Grand Prix e um CLM sem muito treino. Mas esse é um assunto para outro artigo. Sem mais delongas, vamos ao report do que rolou no último domingo.

Começando pela escolha do deck, não é nenhuma novidade que eu fosse optar pelo deck que já tenho alguma experiência no formato – nesse caso, o Affinity. Para quem não conhece, o deck é adepto da estratégia all-in, sendo um aggro muito explosivo, mas que sofre para o sideboard alheio. Ainda assim, me sentia confortável em jogar com algo que fosse “tudo ou nada”. A minha ideia era: já que eu não tenho um conhecimento profundo sobre o formato, ao menos vou jogar com uma estratégia em que eu pudesse dominar parcialmente e que, ao mesmo tempo, pudesse driblar essa minha falta de conhecimento. A lista que utilizei é padrão, exceto por algumas escolhas duvidosas, como Ensoul Artifact e Bomat Courier no main deck, além da carta de sideboard que me faz ganhar vários jogos e que eu subi em todas as partidas: Smuggler’sCopter. Passado o torneio, não mudaria nada das 75 cartas que utilizei, até mesmo porque o que deu errado não foi o deck ou a escolha das cartas. Segue a lista:
Affinity

1- Montanha

Sideboard

Minha preparação para o torneio pode ser resumida em apenas três campeonatos que participei na Liga Arena, ou seja, foi uma preparação ínfima se comparado ao nível do torneio. O RPTQ contou com 72 jogadores, resultando em 7 rodadas com corte para o top 8. A premiação era bem gorda, tendo em vista que o top 4 ganhou passagem e vaga para o Pro Tour Rivals of Ixalan em Bilbao (Espanha) e o restante da premiação foi dividida em boosters até o top 32 – para se ter uma noção, até o trigésimo segundo colocado levava para casa 12 boosters de Ixalan, compensando jogar até a última rodada para tentar conseguir alguma coisa. Acordei às 04h00 da manhã no domingo para encontrar com os amigos Marcos Rogério (Marcão) e Casassanta em Taubaté, para só então seguir viagem até SP – isso que é vontade de jogar cartinhas. Segue uma breve descrição de como foram as minhas partidas:



Round 1: Affinity 1 x 2 Tribal Zoo

Meu oponente começa estourando uma fetch land, buscando uma shock land e fazendo Goblin Guide. Eu imaginei que ele estivesse de Burn e fiquei tranquilo, até porque era um match favorável para mim. No turno seguinte, ele estoura outra fetch, pega outra shock land de pé e usa Tribal Flames na minha cara. Eu não fazia ideia do que a carta fazia, e tive que ler. Só aí eu entendi porque o deck usava tanta shock land diferente. O jogo se desenvolve bem para o meu lado e em um dado momento, meu oponente tinha 8 pontos de vida, apenas um bloqueador – Tarmogoyf – e uma Overgrown Tomb desvirada, enquanto eu tinha um artefato encantado por um Ensoul Artifact, um Pestermite e um Ravager, totalizando 4 artefatos no jogo, e uma Galvanic Blast na mão. Eu imaginei que aquela mana de pé pudesse representar um Fatal Push e resolvi atacar com a tesoura 5/5 e com o Pestermite que tem evasão, já que uma criatura precisava ser usada para gerar mana vermelha com o Tambor das Folhas Vernais. Acontece que minha conta estava errada, e mesmo eu sacrificando tudo para a Peste, eu conseguiria dar no máximo 7 de dano, contando com a Galvanic. Se eu tivesse atacado com o Ravager ao invés da Peste, teria ganhado, já que a mana em pé revelou ser um Might of Alara que foi usado no Goyf para bloquear o artefato 5/5. Na volta, meu oponente utilizou mais uma Flames e outro Might of Alara para selar a partida. Jogo 2 eu atropelei e jogo 3 eu fui atropelado. Começar o evento perdendo já é triste, e perder por erro é difícil de administrar.
0-1

Round 2: Affinity 2 x 0 Burn

Esse é um match bem tranquilo para o Affinity, e mesmo meu oponente ganhando no dado, no primeiro jogo um swing de Eskirge da Câmara equipado com um Chapeamento Craniano foi o suficiente para deixar a corrida bem favorável para mim. No jogo 2 consegui fazer um Ensoul Artifact cedo em uma Darksteel Citadel e meu oponente não conseguiu lidar.
1-1

Round 3: Affinity 1 x 2 Affinity

Mirror de Affinity é uma coisa muito chata e qualquer ataque feito sem calcular a volta, pode te custar o jogo. Essa partida demorou muito e foi muito parelho, chegando a ficar 1x1 faltando 5 minutos para acabar. Em um turno fatídico, avalio mal a situação e passo o turno onde eu deveria ter atacado com todas as minhas criaturas exceto as voadoras (forçando meu oponente a chump blockar com ao menos uma de suas criaturas evasivas). Isso foi o suficiente para meu oponente fazer o Chapeamento Craniano ser anexado àquela que eu não pude bloquear e selar a partida. Erro bem amador e que me custou uma vitória importantíssima no campeonato.
1-2

Round 4: Affinity 2 x 1 BW Tokens

Não manjo muito de Modern, mas esse parece ser o pior match possível para o Affinity. Consigo ganhar o primeiro jogo porque meu oponente parou no segundo land e ainda assim um Zealous Persecution quase me faz perder a partida. No jogo 2 meu oponente faz turno 2: Stony Silence e eu só assisto ele jogar sem poder gerar minhas manas coloridas. No jogo 3, em dado momento eu tenho um Etched Champion equipado com um Chapeamento Craniano, meu oponente com 2 de vida, 3 tokens 1/1 voar, 2 Intangible Virtue na mesa e faz um Sorin, Solemn Visitor batendo 12 e ganhando 12 de vida no turno. Ele passa o turno e eu penso: só mais um Chapeamento Craniano para me fazer ganhar esse jogo. Dou a draw, e lá está ele.
2-2

Round 5: Affinity 2 x 0 Jeskai

Essa partida foi bem zoada para meu oponente. No primeiro jogo eu só vejo um Lightning Bolt e um Cryptic Command por parte de meu oponente. No segundo jogo, ele consegue estabilizar bem a mesa, mas sobram 2 Blinkmoth Nexus e um Eskirge da Câmara na mesa. Vou atacando de 3 em 3 enquanto meu oponente flooda. Faço o Smuggler's Copter que me faz comprar muita carta enquanto ele faz seu Snapcaster Mage para Comando, tentando ganhar tempo. Depois de muito flood, meu oponente concede.
3-2

Round 6: Affinity 0 x 2 BG Tron

Sou pareado com o Marcão, e mesmo sabendo que era uma partida favorável para mim, imaginava que não fosse ser fácil. No game 1 Marcão “tutora” a terceira peça do Tron diretamente do topo no momento em que iria morrer na volta, faz um World Breaker no meu Chapeamento Craniano e eu nunca mais volto para o jogo. No game 2 minha mão estava quase perfeita, faço muitos bichos nos turnos iniciais, e Marcão fecha o Tron no 3. Faz um Wurmcoil Engine que eu ignoro por ter muitas criaturas com evasão na mesa, deixando ele a 1 de vida (e mesmo com o swing do vorme, ainda assim ele morreria na volta). A única saída era comprar uma Oblivion Stone e foi dito e feito. Depois que a pedra estourou, não sobrou nenhuma permanente minha em campo, já que o meu land era um Glimmervoid. Da mesma forma inacreditável que ganhei do tokens, perdi para o Tron.
3-3


Round 7: Affinity 1 x 2 Grixis Death’s Shadow

Jogo contra o campeão do Grand Prix Porto Alegre, o Victor Fernandes, mais conhecido como Pelezinho no MTG. Jogo 1 faço muitas ameaças e acabo encaixando um Chapeamento Craniano bem cedo na partida, deixando qualquer criatura uma ameaça grande e consigo finalizar. No jogo 2, sou respondido desde o turno 1 com Cerimonious Rejection, passando por Fatal Push e Kozilek's Return, não parando nada no meu lado da mesa. No jogo 3 tenho um início forte com Relic of Progenitus além das criaturas colocando pressão. O jogo se desenvolve até o late game, onde meu oponente estava sem respostas, enquanto eu tinha 2 Blinkmoth Nexus pressionando seus pontos de vida. Quando ele vai a um de vida, imagino que cedo ou tarde iria sucumbir à pressão, mas a sequência de draws do meu oponente foi impressionante: Kolaghan's Command, Fatal Push, Snapcaster Mage e Fatal Push simplesmente me deixaram sem nenhuma criatura na mesa, enquanto um Tasigur, the Golden Fang finalizava a partida. Quando acabou, meu oponente disse que ele era “muito cagão” e acabo amargando um resultado que me deixava fora da zona de premiação.
3-4


Resultado ruim, mas a sensação e o desejo que ficam é o de que quero jogar mais RPTQs para, em um futuro não muito distante (assim espero), conseguir realizar o sonho de jogar um Pro Tour. A lição que fica desse torneio para mim, foi a de que preciso me preparar de fato para eventos dessa magnitude. Agradeço a galera que torceu e especialmente ao apoio da Liga Arena. Bora treinar Modern para o CLM e Standard para o CLM e PPTQs da temporada porque a busca pelo Magic competitivo-profissional não pode parar. Até a próxima!

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Trincheiras do Commander - Meta - Sidisi Combo



BOMMM DIIIAAAA VIIIEETINÃÃÃ!!! Estou de volta com a coluna Trincheiras do Commander, fazendo a última parte da série sobre o meta Game do Commander 1 vs 1 da Wizards, (claro que na nova temporada voltarei analisar os decks) e para encerar do deck com maior número de aparições com arquétipo combo, sendo ele Sidisi, Undead Vizier, lembrando que esses dados são referente a última temporada.

Caso não tenha visto os artigos anterior confiram...


COMMANDER


40 LANDS


29 Swamp

6 CREATURES


39 INSTANTS and SORC.


14 OTHER SPELLS



 Bom galera esse deck não possui muitos segredos uma vez que seu arquétipo é de combo é o que o deck faz, pois ele possui um combo principal que logo chegaremos a ele.

Em primeiro lugar, destaco que esse é o primeiro deck analisado que possui terrenos utilitários destacando Dust Bowl, Tectonic Edge, e Wasteland, todos voltados para a destruição de terrenos. e ainda hão no deck Urborg, Tomb of Yawgmoth e Cabal Coffers, para acelerar a sua geração de mana, Boseiju, Who Shelters All e caverna das almas como formas de evitar anulações, e por último Bojuka Bog como hate de cemitério.

Essa lista busca remover toda a mão e assim limitar os recursos do oponente, usando os melhores descartes como Thoughtseize, Hymn to Tourach, Inquisition of Kozilek, Duress, Distress, Unmask e outros.

E para as cartas que você não conseguiu descartar a lista ainda tem uma grande quantidade de remoções como Damnation, Dismember, Geth's Verdict, Toxic Deluge, Hero's Downfall, Oblivion Stone e muitas outras remoções.

Como todo deck de combo ele abusa dos tutores contando com Vampiric Tutor, Rhystic Tutor, Demonic Tutor, Dark Petition, Beseech the Queen além de seu comandante que pode explorar e assim tutorar um card.

Bom agora vamos ao seu combo (é claro que ele faz mais coisas porém é fácil de se perceber), o seu combo consiste e controlar Necrotic Ooze, enquanto Phyrexian Devourer e Triskelion no cemitério, e ai é só começar, usando a habilidade do devorador Phyrexiano, exila carta do topo e coloca X marcadores +1/+1 no Necrotic Ooze, ai é só remover os marcadores com habilidade do triscelion,  e dar dano no oponente, e repetir até que ele morra.

Embora o deck possua servo do pintor na lista ele pareceu um pouco perdido sem Grindstone.

Bom galera com essa lista encerro (pelo menos temporariamente) a série sobre o meta do Duel commander da Wizards, espero que tenham gostado e não se esqueçam que...


sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Clash Royale - Chegando na Arena Lendária !


Fala aí galera. Aqui é o Bruno Alvaro. Estou aqui pra mostrar a vocês um deck muito fácil para se chegar a tão sonhada arena lendária.

O nosso querido HOG LOG BAIT.


Esse é um deck muito fácil de usar, além de rápido e eficiente.

O deck funciona da seguinte maneira:
Basicamente você usa isca de um lado para atacar com o combo mais forte do outro, exemplo:


Como mostrado na imagem acima, Gangue de Goblins foi usado como isca de um lado, isso fará com que seu adversário gaste tronco, flechas, zap, etc.

Basta depois mandar o Corredor Palmeirense do outro lado como se tivesse indo atrás de um mundial (rs) junto com Barril de Goblins, tal como:




Ele vai ter gasto com a isca e não vai ter para o barril, se ainda tiver, o que é muito normal, ele vai ter que usar para parar o barril e ainda uma outra carta para parar o corredor, isso o deixará com desvantagem de elixir.

Defesa do deck:

Princesa (que também pode ser a ísca) para aéreos e tropinhas, contamos também como o nosso querido Zapzinho, sem falar daquela odiada, daquela opressora, daquela defesa perfeita...


Opss..imagem errada...



Turn down for what. A odiada torre inferno. Usada para parar cartas com bastantes pontos de vida (Gigante, GG Real, Pekka, Golem e principalmente o Lançador, principalmente ele porque, ele sozinho faz o hog log bait de gato e sapato.

Falando ainda em gato e sapato, a fraqueza do deck é usar cartas com poucos pontos de vida, então cartas como Valquíria, Executor e Mago, também vão te causar problema, pra eles a solução é simples, FOGUETÃO.

Basta acertar eles junto com a torre, como na imagem a baixo...


Troca mais que justa de elixir. E porque não fazer o mesmo com o lançador? Porquê o Foguete não mata Lançador.

Basicamente o deck é isso. Usem e vejam como é fácil.

Espero que tenham gostado da dica.

Um grande abraço...fuiii!!!!!

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

É de ladinho !!


Bom dia, meus caros amigos da Liga Arena!

Élcio Junior voltando aos artigos só no sapatinho e trazendo mais material de qualidade, linguajar rebuscado, referências obscuras e dicas sem sentido para nossa alegria! PARA NOSSA ALEGRIA!

Essa semana eu optei por falar de um negócio que certamente gera muitas dúvidas para adolescentes inexperientes, que nem sempre são sanadas por simples vergonha de perguntar: masturbação coletiva SIDEBOARD!

Primeiro, vamos à definição: sideboard é um conjunto de 15 ou menos cartas que podem ser acrescidas ao seu deck após o primeiro jogo de cada partida competitiva. As regras com maior nível de detalhe (em inglês) podem ser conferidas aqui. Mas hoje eu não venho para falar de regras, pois estas são de fácil consulta e entendimento. O ponto aqui é te ajudar a entender como escolher as ditas 15 cartas que devem tornar alguns matches menos sofríveis para o seu deck. Para guiar nossa reflexão, elencaremos alguns pontos.

1.    Convergência

É de comum acordo que usar cartas no side que não andam na mesma direção que o deck principal é uma péssima ideia. Quando partimos para esta decisão, quase sempre compromete-se MUITO a performance do deck principal, sem nenhum ganho sensível para o sideboard (quando este vier na sua mão, claro). Explico: se um jogador de Naya Burn utilizasse cartas como Disenchant ou Ancient Grudge em seu sideboard, muito embora estas cartas sejam ótimas em destruir encantamentos e artefatos estúpidos como Leyline of Sanctity e Dragon’s Claw, em pouquíssimos cenários elas seriam melhores do que Destructive Revelry, pois esta causa dano ao oponente e converge para o plano do burn. O mesmo raciocínio justificaria a utilização de Seal of Primordium em decks que abusam da mecânica Delirium ou mesmo usam 4 Tarmogoyfs no mainboard, pois adicionaria um card de Encantamento ao seu cemitério.

O ponto aqui não é simplesmente sobre a cor da mágica (embora seja um fator crucial também), mas sim sobre fazer os efeitos de hate e sobre ajudar o plano de jogo principal do deck.

2.    Ambiente

O mundo é um lugar maravilhoso, cheio de pessoas únicas repletas de particularidades, o que torna a experiência de conhecer, paquerar, conquistar e finalmente transar com todas elas um desafio instigante e muito duradouro.
Desculpa.
Porém, da mesma forma que estas pessoas são repletas de particularidades, lojas e campeonatos diferentes também são. E este fator tem que ser ponderado enquanto você escolhe suas cartas, posto que você só tem 15 malditos espaços e cada um deles deve ser pensado com muita cautela para ser otimizado. Você não vai usar Stony Silence em um ambiente sem affinity ou lantern control, da mesma forma que Kor Firewalker não parece pontualmente bom em um ambiente sem burn, ou Rest In Peace não vai provavelmente gerar valor nenhum em um ambiente sem Dredge, Living End e afins. Algumas cartas são mais vastas, como Pithing Needle e Spellskite, mas a pergunta “Quais decks eu espero enfrentar?” sempre deve ser seu norte para eleger seu sideboard.

3.    Reatividade

Lembra do exemplo do Burn no item 1? A técnica de trazer Destructive Revelry sabendo que seus oponentes muito provavelmente trarão artefatos e encantamentos que previnam a perda de vida é chamada de sideboard reativo. Consiste em trazer cartas que não são diretamente focadas em atrapalhar o plano do oponente, mas sim em impedir que ele atrapalhe o seu. Se você sabe que existem cartas popularmente utilizadas contra o seu deck, pode ser sensato ter respostas para elas no seu side. Elas certamente irão aparecer, e quando aparecerem, você estará preparado.

4.    Estratégia

Do grego, στρατηγική.
Existe um macete muito potente no sideboard, que pode levar muitos jogos se executado com proficiência. Mudança de estratégia após sideboard, removendo cartas que pareçam muito óbvias, e acrescentando cartas muito difíceis de serem resolvidas. Um exemplo muito clássico dessa manobra audaciosa  era visto no falecido Grixis Twin:
 No game 2 o jogador poderia simplesmente remover todas as partes do combo, sabendo que o oponente traria cartas de hate para o combo de Deceiver Exarch e Splinter Twin, e adicionar mais counterspells, remoções e ainda uma cópia de Keranos, God of Storms. Desta forma, você migrava de um deck combo de um truque só, para um deck grixis tempo que ganhava pequenas vantagens lidando com as ameaças do oponente turno a turno, e deixando o Keranos finalizar a partida.

Estes são alguns pontos principais que geralmente norteiam a construção de sideboards eficazes e bem pensados. Sem slots inúteis e cartas que atrapalham sua estratégia suas mudanças após o primeiro jogo trarão acréscimos valiosos e, se tudo correr bem, muitas vitórias.

Ou não. Mas pelo menos a gente vai tentando. hahahaha

Ah, no passe, um Raio na birds e um Raio em você, porque eu esqueci no último artigo.
Um abraço!




terça-feira, 7 de novembro de 2017

Trincheiras do Commander - Meta - Partner Aggro


BOMMM DIIIAAAA VIIIEETINÃÃÃ!!! Estou de volta com a coluna Trincheiras do Commander, e continuando com série sobre o meta Game do Commander 1 vs 1 da Wizards, hoje vou falar do segundo arquétipo com maior frequência, o Partner Aggro e o seu deck com maior representatividade, lembrando que esses dados são referente a ultima temporada.

COMMANDER


39 LANDS

1 Forest
1 Island
1 Plains
1 Swamp

31 CREATURES


19 INSTANTS and SORC.

1 Daze

9 OTHER SPELLS



Esse deck é mais um partner com 4 cores por conta de seus comandantes sendo Verde, Azul, Branco e Preto, e como todo bom aggro, o deck todo tem uma curva de mana baixa, sendo quase todo com cartas de custo até 3 manas.

Quanto aos terrenos como todo formato competitivo, você não pode perder tempo com terrenos virados, por isso todos os terrenos da lista entram em “pé”, porém nenhum deles é utilitário.

Como o deck é agro ele utiliza um grande número de criaturas do tipo “manas dorck” como Noble Hierarch, Llanowar Elves, Elvish Mystic, Birds of Paradise, Avacyn's Pilgrim, Arbor Elf, Elves of Deep Shadow e Lotus Cobra, isso permite com que você acelere bastante o seu jogo, mas não é só isso, pois o deck também tem um grande número de criaturas utilitárias como Baleful Strix, Deathrite Shaman, Bone Shredder, Dark Confidant, Deathrite Shaman, Spell Queller, Eternal Witness, Mother of Runes, Stoneforge Mystic, Reflector Mage, Qasali Pridemage além de outras tantas criaturas.

Apesar de ser um deck aggro ele não abre mão de exercer um pouco de controle, pois o deck ainda possui alguns dos principais “counters” do formato como Daze, Counterspell, Force Spike, Mana Leak, Miscalculation, Counterspell, más não é só com “counters” que o deck busca o controle, pois ele ainda possui bons descartes para obter informações sobre a estratégia do oponente, além de tirar recursos da sua mão.

Analisando sua lista posso dizer que é um deck muito rápido, porém senti falta de cartas para comprar mais cartas, embora um de seus comandantes possa fazer esse papel, porém isso vai custar vida, o que pode ser perigoso em um formato rápido, outra observação é para Birthing Pod, já de a maioria de suas criaturas custam apenas 3 manas havendo poucas criaturas com custo além, por isso Birthing Pod pode ser um slot que pode ser melhor aproveitado; outra coisa que foi percebida, foi o fato de haver poucos "spot removal" de criaturas.

Bom galerinha linda, o deck de hoje é esse, espero que tenha ajudado, e que vocês tenham gostado.

Ah e não se esqueçam.....