terça-feira, 25 de junho de 2013

Ressaca de um Campeão



Paulo Henrique

E ai galera, não esperava estar escrevendo este artigo de campeão da Liga Arena em apenas  um ano e meio que voltei a jogar Magic (mesmo não tendo jogado competitivamente antes disso), por que sei do alto nível do jogadores da liga e por isso até agora estou surpreso. 

A escolha do meu deck para o dia do torneio começa um dia antes do torneio.

Isso mesmo, caro leitor, você não leu errado. Escolhi meu deck um dia antes. Para ser mais específico, a escolha foi feita algumas horas antes do torneio, quando voltei de viagem á Minas na sexta-feira e acabei só indo na loja no sábado para treinar um pouco, e acabei vendo que o meu deck estava forte mais todos já esperava enfrenta um R/G agroo e não sei por que mesmo vendo que era um deck bom sentia que faltava algo nele que só o meu monored poderia proporcionar. Acabei comentando para o Juninho (Cavaleiro Morto, na Liga) e o Ricardo (Arquivo Morto, na Liga e um dos donos da loja) e eles falaram que a boa era eu ir de monored mesmo por ser o deck que eu estava acostumado a jogar, tendo inclusive ganhado um game day com ele, mesmo assim acabei por testar o R/G.

Neste sábado (véspera do torneio) aconteceria o aniversario de um dos nossos jogadores, outro dono loja e amigo Danilo na casa de João “escandalosamentesexy” Lelis  (e, diga-se de passagem,  quem não foi perdeu), com muitas risadas e varias conversas para tirar aquelas últimas dúvidas sobre do que jogar  e como draftar (top 8 seria no formato draft de DMZ) no outro dia, e acabamos fazendo um draft no churrasco de quem tirasse carta acima de 20 reais tinha que toma uma dose de pinga. Muitas doses e alguns jogos depois, Chico e eu resolvemos jogar valendo cada derrota uma dose de pinga e caso o jogo chegasse no 6º turno (por ser RG contra o American) já que o Lelis tinha proposto que usássemos os decks T2. Conclusão: 6 doses de pinga sem ganhar nenhuma partida percebi que o deck não era tão bom. Vim embora pensando nisso e chegando em casa as 6:00 da manha resolvi mudar o deck para o monored e vi que o deck fico mais do meu jeito que o outro, e na minha opinião o deck não tem que ser só bom, ele apenas tem que jogar do jeito que você gosta. A lista ficou assim:

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Diário de um mau perdedor...

Rafael Rato



Parte 1 – A descoberta:

“Você está chateada comigo, Marge?”

Sintomas:

Sabe aquele momento em que você está muligando pra 6 pela 10º vez no mesmo campeonato, e vê seu oponente curvar do turno 1 ao 5 todos os cards que respondiam exatamente cada uma de suas jogadas???
E então você amaldiçoa até a 49º geração de seu oponente... Xinga Deus-Alá-Buda e o mundo todo.. Faz uma encenação digna de um Oscar a cada draw infeliz de sua parte e a cada mágica jogada pelo oponente... E ainda finaliza soltando o célebre “çóh çórti eçi tao di médik!”?

Mas o seu oponente, calmamente, não reage, dá um sorriso meio sem graça, e estende a mão desejando boa sorte no campeonato (única e exclusivamente pelo fato de você ainda poder ajudá-lo nos standings).

Talvez você não perceba mas, tenho uma notícia para você, amigo: Você é chato pra caramba!

Posologia:

Se você se encaixou, mesmo que da maneira mais remota, nessa descrição, procure um amigo de confiança (que jogue Magic, não adiante perguntar isso para o seu brother da faculdade) e o questione sobre o assunto, mostrando esse texto.

Ele até poderá rir um pouco da situação, mas como um bom amigo meterá o dedo na ferida e emendará um sonoro “sua cara isso”...

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Cheio de Charm

Lelis


Depois de um artigo sobre Commander, vamos falar um pouco de Magic competitivo, ou, pelo menos, o que uma carta precisa para ser competitiva. Vou falar sobre um ciclo de cartas que está sendo jogada em vários decks T2 e tentar achar uma justificativa do porquê apenas alguns dos Charms jogam, sendo parte vital de alguns decks, enquanto outros têm sua existência praticamente ignorada.

Comecemos com o básico. Temos 10 Charms (ou amuletos) no momento, um de cada uma das guildas de Ravnica e todos seguem um mesmo padrão: mágicas instantâneas de duas manas, sendo uma de cada cor da guilda que o charm representa, que têm 3 efeitos diferentes e você pode escolher, ao castar a mágica, qual dos efeitos quer usar (podendo escolher apenas 1).

Cartas onde que te dão escolha entre mais de um efeito a ser utilizado normalmente são boas por servirem como coringas, te dando o efeito necessário para o momento em questão (não confundir com cartas que dão a escolha para o oponente, como intimidar). Porém, normalmente essa possibilidade de escolha acaba vindo com um custo maior a ser pago, exatamente pela comodidade de se poder escolher o efeito a ser utilizado, e todos os charms da edição seguem essa regra, uns a levando um pouco mais a sério, outros menos, mas ainda assim a seguem.

Mas, uma vez que isso vale para todos, porque apenas alguns são utilizados? Essa é uma pergunta relativamente difícil e a intenção desse artigo é mostrar minha opinião sobre o assunto, utilizando as razões que eu consigo visualizar para responder à pergunta, mas que podem não ser as razões reais.

Primeiramente, para que um charm seja usado, as suas habilidades têm de ser propícias aos decks que utilizam suas cores, o que é bastante óbvio. Não existe sentido em dizer que o Boros Charm é ruim pois não é utilizado em um America Control, por exemplo, ou que o Azorius Charm não presta pois nenhum Bant Auras o utilizaria. Outra característica que os charms utilizados possuem em comum é ter ao menos uma habilidade realmente importante, fazendo com que as outras duas sejam apenas coadjuvantes de luxo. Tendo em vista esses dois motivos, vamos aos charms e suas explicações individuais:


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Que deck usar?



Danilo Paoliello

Olá...

E aí, pessoal? Como estão nesse novo Standard?

Eu sinto como se as coisas passassem tão rápido que não consigo acompanhar, Dragon´s Maze chegou agora e já estamos ansiosos por Modern Masters e em pouco mais de um mês M14 com suas novas regras para lendas e planeswalkers.

Enquanto isso, segue a programação de FNMs (que estranhamente ocorrem à tarde em muitos lugares), torneios variados nos domingos e, esporadicamente um grande campeonato.

Atualmente, minha atenção está voltada para esse último, um grande campeonato, no dia 09/06, esse domingo, viajarei para Aparecida para jogar na loja LIGA ARENA, onde teremos o GPTravel Santiago, no qual o campeão levará uma viagem para o Gran Prix Santiago no Chile!

Para esse torneio eu tenho 3 listas em mente, tudo bastante rogue, como meu costume, apesar de não ter certeza de poder chamar um deck campeão nacional de rogue.

Opção 1: