segunda-feira, 25 de julho de 2011

Phage A Intocável







Traduzido por: Luiz Lisboa (Lord_of_elves)











Phage começou sua vida como uma mulher totalmente diferente: Jeska, Guerreira Adepta uma bárbara que vivia nas montanhas, Irmã de Kamahl. Jeska foi cortada em todo o estômago pela espada Mirari de Kamahl em sua sede de sangue para conseguir o Mirari. Como ela estava morrendo por causa da ferida aberta incurável, Braids, Assecla da Cabala, veio a ela lhe oferecer uma nova vida, porém uma vida amaldiçoada.

Jeska foi levada para o Patriarca da Cabala, conhecido pelo seu toque mortífero e sua quase Onipotência, Ele a abraçou com a intenção de matar, mas o Deus da Cabala Kuberr interviu acontecendo o renascimento de Jeska agora nomeada de Phage. O ódio derramado pelo Patriarca a fortaleceu ao invéz de mata-la.

Phage rapidamente se tornou a favorita nas lutas da Liça da Cabala. Ela tinha somente uma arma: Sua pele, seu toque apodrecia tudo o que é ou já foi vivo. O único pano que ela podia tocar era seda, um material que ela mesma fez questão de adornar, para enfeitar sua arma letal, sua própria carne.

Ela agora estava dedicada somente para a Cabala, deixando sua velha identidade para traz. Fria, impiedosa e mortal ela era o avatar supremo gerado pelas energias negras. A ferida em sua barriga tinha sido selada em uma cicatriz irregular por feitiços negros. A única pessoa em que ela poderia tocar, a única coisa viva em que poderia abraçar sem que a vida apodrecesse era o Patriarca, suas auras da morte cancelavam uma a outra.

Logo após seu renascimento negro, Phage enfrentou novamente seu irmão, mas desta vez em um combate da liça. Kamahl estava convencido que Jeska ainda vivia embaixo dessa casca maligna nomeada Phage. Mas ela o derrotou, e recusando definitivamente seu convite de retornar para a luz. Depois da volta de Kamahl para as Florestas Krosanas, foi dada a Phage uma nova tarefa, construir um coliseu espetacular para atrair mais espectadores para as liças. A fim de aumentar a riqueza e o status da Cabala. Ela supervisionou pessoalmente toda a construção E participou das primeiras partidas realizadas. As multidões a amavam, e o Patriarca também começou a amá-la também de outras maneiras.

Enquanto aconteciam as lutas, Kamahl marchava um exército de criaturas da floresta para “salvar” sua irmã das garras da Cabala. Braids já sabia que isso estava acontecendo e até vendeu ingressos da luta mortífera dos irmãos no coliseu, o Lendário Kamahl contra a Infame Phage. Kamahl aceitou seguir enfrente com o acordo feito com a Cabala de que se ele vencesse levaria sua irmã Phage para ser curada, e deixou seu exército de druidas de prontidão ao redor do coliseu em caso de uma possível traição da Cabala.

Phage estava vislumbrada em ter a chance de matar seu irmão enxerido, dentro do coliseu, com o Patriarca e toda uma multidão assistindo.

Kamahl exercia o poder da Floresta atravéz da canalização da mana verde provinda de seu bastão, enquanto Phage exercia o poder sombrio dos Pântanos através de seu toque sombrio. A partida estava equilibrada, mas virou a favor de Phage quando Kamahl perdeu seu bastão, a fonte de seu poder. Justo quando ela estava preste a deferir seu golpe fatal, ela foi atingida por.....um Anjo!

Phage a reconheceu, de uma de suas primeiras lutas na liça, Phage tinha batalhado contra Ixidor e seu amor Nívea. Durante a luta ela acabou matado Nívea, depois disto Ixidor desistiu de lutar e foi banido para o deserto. Foi lá que ele descobriu seu poder de tornar ilusões reais, e criou este anjo, uma imagem real de Nívea, para vingar a morte de sua amada.

Kamahl conseguiu recuperar seu cajado e curar-se, enquanto Phage e Akroma duelavam, mas Kamahl não queria que esta recém chegada assassinasse sua irmã. Então ele se juntou a Phage na luta contra Akroma, e juntos a derrotaram para o delírio da multidão. Akroma gravemente ferida conseguiu retornar para seu mestre.

Kamahl e Phage sabiam que deveriam acabar com Akroma antes de lidar um com o outro. Assim Kamahl e o Patriarca formaram uma aliança entre Krosa e a Cabala, uma aliança que não existia desde o tempo das antigas guerras phyrexianas. Então juntos criaram um grande artefato, um machado nomeado de Ceifador de Almas, feito para matar Akroma.

Phage então marchou em direção as terras de Ixidor, com seu exército de escravos e mortos-vivos, ao lado de Kamahl e sua legião provinda das florestas. A batalha começou a favor de Kamahl e Phage, o poder combinado dos dois exércitos oprimiram os homens caranguejos, monstros pastosos, águas vivas voadoras e as distorções temporais de Ixidor. Mas a próxima defesa de Ixidor era a mais devastadora. Ixidor tornou as manifestações dos pesadelos dos invasores de seu reino em formas físicas para defender-lo.

Phage estava caminhando quando foi afetada por essa onda de pesadelos de Ixidor, seu enorme exército parou quando milhares de enormes vormes mortos, um para cada pessoa Phage tinha matado, foram trazidos à existência e começaram a devorar tudo e todos, causando uma destruição generalizada. Os exércitos de Phage e Kamahl foram obliterados, e os sobreviventes voltaram correndo para salvarem suas vidas.

Kamahl correu para ficar ao lado de sua irmã. Todo o mal que Phage havia feito se manifestou atravéz dos vormes mortos. Phage por um instante se tornara novamente Jeska, e morrendo por causa de sua ferida aberta. Quando de repente surge um Vorme abaixo dos dois, pronto a devora-los, mas o mesmo desaparece assim que toca em Jeska. Ela revela que se pudesse absorver todos de volta a ela salvando assim Otária, mas a condenaria novamente a se tornar Phage. Com a ajuda dos “discípulos” de Ixidor, pontos sensíveis à luz, ela retorna todos os pesadelos de volta a ela, e se torna mais uma vez Phage.

Phage então retorna para os pântanos da Cabala e Kamahl também retorna para a Floresta de Krosa, com seus exércitos unidos e desalinhados marchando atravéz do deserto. Ixidor tinha desaparecido, ele havia sido engolido por um vorme da morte o qual representava a morte de Nívea. Akroma então jurou vingança novamente e começou a santificar uma religião de seu criador nomeada de A visão de Ixidor, e também a construir um império destinado unicamente em destruir a Cabala, mais especificadamente destruir Phage.

Phage sabia que akroma reuniria exércitos e sacerdotes para a próxima batalha. Nenhuma das duas irá parar até a outra estar morta. Phage estava agora muito mais respeitada dentro da Cabala. O Patriarca a amava e tratava a de igual para igual ele não há via mais como uma simples assecla, ele sabia também que a Cabala deveria se preparar para um ataque eminente de Akroma, mas parecia estar despreocupado quanto a isso. Phage decidiu recuperar o exército da Cabala, que havia se reunido com os remanescentes do exército de Krosa, quais estavam alojados em uma cidade abandonada no deserto batizada de Santuário, e que não tinham nenhuma intenção de retornar aos seus mestres. Quando Phage chegou a cidade ela iludiu os soldados alegando que não tinha mais nenhuma ligação com a Cabala, mas em seus pensamentos ela estava planejando transformar Santuário em uma Colônia da Cabala atravéz de jogos. Ao longo de alguns meses ela transformou lentamente esta colônia pacífica em um paraíso de jogos e apostas, um primeiro passo para transformar estas apostas em jogos mortais, o que definitivamente transformaria Santuário em uma colônia da Cabala.

Akroma tinha planos para conquistar Santuário, um ponto estratégico para a guerra que estava a caminho. Ela estava com Braids em sua legião após ter feito uma lavagem cerebral na mesma atrazéz de um de seus discípulos, e conseguiu aprender tudo o que Braids sabia sobre Phage e o Patriarca. Akroma então voou para santuário e exigiu que a cidade se rendesse já que eram uma colônia situada nas terras de Ixidor. Phage rebateu dizendo que a Cabala era aliada a Santuário (não querendo revelar seus planos aos cidadãos reunidos).
Akroma então usou o discípulo que havia devastado a mente de Braids, e penetrou na mente de Phage mostrando os pensamentos e memórias de Braids. Braids sabia que o Deus da Cabala Kuberr havia poupado phage para que ela e o Patriarca pudessem ter um filho. Um filho que seria a encarnação de Kuberr, o Patriarca sabia disso, mas desconhecia que seu filho seria a encarnação de Kuberr. Uma vaga memória de algo que o Patriarca havia dito a Braids deixou Phage atordoada, ele pretendia mata-la depois que conseguisse o que queria, por medo de que Kuberr exigisse o próprio sacrifício do Patriarca, como o Deus negro já havia solicitado o sacrifício de sua família séculos atráz.

Então Akroma voou para fora da cidade com a promessa de que o exército de Ixidor varreria Santuário do mapa. Phage retornou imediatamente para a Cabala, disposta a conceber o corpo mortal que seu Deus queria. Mas não estava disposta a morrer pelas mãos do Patriarca, pois esse não era seu destino.

Quando Phage voltou foi recebida com decorações e flores, símbolos do amor do Patriarca para com ela. Ele pensava que a estava seduzindo, mas ela sabia que ele a estava puxando para a morte, ela foi conduzida para uma sala aparentemente vazia, a qual estava somente um homem nu, deitado no chão em total submissão, era o Patriarca. Tanto o homem e a mulher esqueceram de seus problemas e abraçaram-se caindo no chão.

Após essa união apaixonada, Phage descansou no chão ao lado de seu amante pensando apenas no seu novo papel, a mãe de um Deus. Mas ela ainda estava em perigo, e percebeu por que a viúva negra mata seu parceiro após o acasalamento, e ela sabia exatamente o que tinha que fazer para a segurança de seu bebê.

Alguns meses mais tarde o Patriarca sabia que já era a hora de executar seu plano. Ele reuniu seus servos mais próximos pedindo para que trouxessem sua famosa adaga. E com ela em mãos, caminharam para o quarto de Phage para assassina-la, e assim eliminar sua ultima fraqueza, o amor. Phage estava na banheira, ele então caminhou em direção a ela, mas sua mente estava turva. Phage então revela que está grávida, mas não diz que a criança estava destinada a ser a encarnação de Kuberr. Ele estava desesperadamente perdido, gaguejando e sem foco, e acabou entregando-a sua adaga como um “presente”. Phage não o matou em seguida, mesmo porque ele estava cercado de seus servos. Ao invéz disso ela quis testar seu novo brinquedo nas liças. O Patriarca aceitou, pois como não tinha forças para mata-la, poderia arrumar alguma forma dela morrer tragicamente na liça.

O plano do Patriarca havia falhado, Phage emergiu da luta vitoriosa. Seus oponentes, horrores demêntuosos e ogros enormes, foram todos mortos. E agora Phage sabia que não poderia ser morta, Kuberr não permitiria isso até seu nascimento. Então o Patriarca mandou Phage para a única coisa que poderia garantir sua morte, ele a mandou ir para uma missão de assassinato onde a vítima era ninguém menos que Akroma. Com ela ele mandou três agentes para que garantissem a morte das duas, mas no caminho encontraram Braids, que não se lembrava de nada e com sua mente distorcida devido à lavagem cerebral qual havia sofrido. Mandando os asseclas a levarem de volta para a Cabala continuando sua missão sozinha.

Quando ela chegou no castelo de Akroma, parecia que não a acharia ali, quando ela surge de dentro de uma caixa. Akroma estava a Procura de Ixidor, Phage então aproveita a chance e ataca sua inimiga ferindo-a, enfurecida, Akroma pula e tenta empurrar Phage para fora.
Quando Testa-de-Pedra, o Centauro, ex-general de Kamahl, entra na sala ele vê as duas inimigas lutando e ergue seu machado e vai a direção das duas, Ele atravessou cortando Phage no meio, mas ela se recuperou quando foi atingida por seu machado de pedra sólida. Testa de Pedra ficou surpreso e perplexo por ela ter sobrevivido ao golpe.

Você não pode me matar, Testa de Pedra, pois trago um deus dentro de mim”

Viva, mas ferida gravemente, Phage conseguiu escapar de volta para o deserto. Em seu 9º mês de gravidez ela quase não conseguiu atravessar o deserto para chegar em Santuário. Era uma agonia, ela tinha sobrevivido por roubar um punhal e usa-lo para espetar ratos em seus ninhos subterrâneos, durante seu lento caminho para o Santuário.

Quando ela finalmente chegou, estava pasma, quase morta. Zagorka, velha amiga de Phage e “Governadora mãe” do Santuário, comovida com sua condição estava disposta a ajudar a cura-la e ter o bebê. Phage dormia e regenerava suas feridas, enquanto a cidade lentamente ganhava vida. Dominaria estava a receber 3 poderes antigos, chamados de Numenas*.

  • Os Numenas eram um grupo de cinco magos que conseguiram derrubar praticamente sozinhos o reinado do Primaveral. Cada cor tinha um repesentante numen, porém os numens branco e verde foram assassinados pelos outros 3 magos, que se recusavam partilhar seus poderem em cinco partes. O numen azul foi Lowallyn, das artes ocultas e das águas, que reencarnou como o ilusionista Ixidor, o numen de vermelho foi Averru, das guerras e das montanhas, que reencarnou como uma cidade antiga que leva seu nome, posteriormente destruída por Karona. O numen de preto foi Kuberr, dos pântanos e da ganância, que era venerado como um deus na Cabala.

Phage agora em seu 10º mês de gravidez acordou com a cidade estremecendo como um terremoto. Os servos de Averru, chamados glifos. A escoltaram para fora da cidade dizendo que ela deveria deixar seu filho na sua própria terra nas mãos do 3º Numena, feito isso, ela deveria se preparar para a guerra.

A caminhada até o coliseu era insuportável. Apesar de nenhum inchaço aparente, o bebê foi ficando extremamente pesado. Phage passou mal e quase desmaiava por diversas vezes durante o caminho, mas sabia que deveria chegar até a Cabala para ter seu filho, seu Deus.

Depois de outra marcha tortuosa, ela finalmente havia chegado aos pântanos da Cabala. Mas estava muito preocupada. Como poderia enfrentar o Patriarca no estado debilitado em que ela se encontrava? Certamente o Patriarca iria aproveitar desta situação para mata-la. Porém quando ela chega a Cabala ela desmaia e é levada imediatamente para a enfermaria. Ela acordou no meio do caminho e viu que o Patriarca também estava acompanhando a escolta dela. Ele expressava uma falsa preocupação sobre ela, um show para as pessoas ao seu redor. Ele apenas não queria que as pessoas o rotulassem de assassino de sua própria família.

O plano do Patriarca era bastante simples, ele iria dar a Phage um copo de vinho envenenado pouco antes da operação. Quando o cirurgião começou a fazer a incisão em sua barriga ela ainda respirava, então o Patriarca pensou em um plano B, uma vez em que Phage já estava no 11º mês de gravidez, o bebê deveria ser bestial e disforme. E assim que o cirurgião retirasse o bebê ele iria rotula-lo de abominação e assassinar o bebê, alegando que Phage o havia traído e dormido com monstros. Mas assim que o cirurgião retirou o bebê, o Patriarca viu que era um menino saudável e sem nenhuma deformidade ficando totalmente pálido.

Ele ficou extremamente furioso quando Phage revelou o nome da criança, Kuberr. Ele ficou chocado ao saber que seu tão amado Deus havia conspirado contra ele. Naquele momento ele poderia ter matado a mãe e o filho, se não fosse o aglomerado de pessoas que se reuniram em volta, para ver o filho do casal mais poderoso de Otária.

Poucos dias depois, Phage estava descansando em seu quarto, o bebê agraciado finalmente tinha nascido e sido entregue como os Glifos pediram. Mas seus problemas não haviam terminado, o Patriarca entrou em seu quarto sem aviso prévio e enfurecido avançando sobre ela com uma espada na mão. Ela conseguiu escapar do quarto, mas havia sofrido um pequeno corte em seu ombro. Phage correu pelos corredores sinuosos até ficar perdida e encurralada quando o Patriarca deferiu outro golpe atingindo-a de lado, conseguindo escapar novamente Phage então tenta se esconder embaixo de uma escadaria, porém o Patriarca a alcança e quando ergue a espada para matar sua amante, Braids que de volta a sua consciência consegue segurar sua espada e invoca um Ogro que parte o Patriarca ao meio. O governante secular de uma das nações mais poderosas do Otaria estava morto. Phage e Braids ficaram contentes que tudo havia acabado.

Apesar da vitória pessoal Phage ainda deveria enfrentar Akroma, que estava marchando com seu exército em direção a Santuário, agora chamado de Cidade de Averru. E recebendo intuições psíquicas de seu filho recém nascido, que ainda tinha a forma de um bebê, mas com o intelecto avançado do Numen morto a eras atráz. Para cada morte que iria acontecer na próxima batalha, Kuberr envelheceria 1 dia de vida, acelerando assim seu caminho para a maturidade e, finalmente, Governante de Otária. Phage então deixa a Cabala e marcha com seu exército de esqueletos, Mortos-vivos, fantasmas, vampiros, zumbis e outras criaturas sujas com o mana preto. Seu destino era a Cidade de Averru, onde iria destruir seu Nêmesis de uma vez por todas.

Quando Phage chegou, os misteriosos Glifos lhe deram as boas vindas, e transformaram com sua mágica alguns zumbis anciãos na Guarda de Elite de Kuberr. O exército dos pântanos correram para as imediações da cidade, com um grito de guerra "Por Kuberr!"

Os dois exércitos se chocaram em uma grande onda de ira, enquanto suas líderes se enfrentavam no alto de uma grande cúpula, Akroma tinha vantagem por sua grande força, mas Phage era mais rápida e ágil, conseguindo se esquivar de golpes e induzido manchas corrompendo o corpo do anjo.

“Primeiro a cauda, então as asas, então os olhos, e por fim a visão."

A luta de Phage e Akroma estava equilibrada, nenhuma poderia matar a outra por um golpe direto, como as feridas eram superficiais elas eram regeneradas automaticamente atravéz da magia.

"Não existe o bem ou o mal. Existe apenas a sobrevivência. No fim das contas, você é uma assassina, tanto quanto eu."

Phage estava tão decidida em matar Akroma que não viu Kamahl entrar na cúpula, tão concentrada em matar sua inimiga que não viu seu irmão empunhar o lendário Ceifador de Almas. Kamahl apenas disse “me perdoe irmã” e atravessou seu machado por Phage acertando juntamente Akroma. O mal de Phage finalmente tinha chegado ao fim, mas o espírito de Jeska ainda estava vivo para se tornar parte de uma magia dela mesma.



http://wiki.mtgsalvation.com/article/Numena

Um comentário:

  1. Muito show de bola! Parabéns mesmo pela tradução.

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